Prato Cheio

Agro: monocultivo de doenças

Agro: monocultivo de doenças

O que está acontecendo que estamos adoecendo mais? A repórter Anelize Moreira procura os elos entre agricultura, doenças crônicas, destruição ambiental e alimentação. Conversamos com assentados, pacientes e pesquisadores para tentar encontrar perguntas e respostas sobre uma tempestade mais do que perfeita que tem o Brasil como sede. A saúde dos brasileiros está cada vez mais nas mãos do agronegócio.

As Escalas da Fome

As Escalas da Fome

O que une e o que separa os brasileiros em situação de insegurança alimentar? Neste episódio do Prato Cheio mostramos o cotidiano e as estratégias de sobrevivência de pessoas em diferentes graus de insegurança alimentar – grave, moderada e leve.

Que fome é essa?

Que fome é essa?

Como o país que diz alimentar o mundo tem tantas pessoas passando fome? Investigamos quais são os fatores que resultaram no atual ciclo de insegurança alimentar e nutricional, e comparamos com os ciclos do passado para entender o que mudou e o que permanece. Indiferença, agronegócio, ultraprocessados e Estado mínimo dão as mãos numa tempestade perfeita.

A periferia também quer comer saudável

A periferia também quer comer saudável

No Jardim Filhos da Terra, bairro da zona norte de São Paulo, um ponto verde no mapa indica que ali existe o Prato Verde Sustentável. O projeto de hortas agroecológicas pedagógicas, além de alimentar o entorno, multiplica na prática a ideia da sustentabilidade para aqueles que também querem comer e viver de forma saudável, moradores das periferias.

Da marmelada só sobrou o nome

Da marmelada só sobrou o nome

Uma cidade pitoresca encravada na Serra da Mantiqueira guarda a história de um célebre doce perdido: a marmelada. O que aconteceu com essa iguaria que era quase onipresente na mesa do brasileiro e que agora virou coisa do passado? Será que a única maneira de salvar um alimento é transformá-lo em um produto? Pelas ladeiras de Marmelópolis, entre memórias e ruínas de fábricas antigas, nossos repórteres tentam encontrar as respostas.

Juçara, um símbolo de resistência

Juçara, um símbolo de resistência

Da palmeira juçara é extraído um palmito que sempre integrou a alimentação de povos tradicionais. Até que foi transformado por colonizadores em produto exótico de sabor “refinado”. Considerada uma das espécies-chave da Mata Atlântica por garantir a alimentação de dezenas de tipos de animais diferentes, foi mote para uma série de proibições legais, que, impostas, […]

Salmão malvadão

Salmão malvadão

O salmão é hoje o peixe mais importado do Brasil. Saudável, chic e prático são apenas alguns dos adjetivos que ajudaram a popularizar o consumo da espécie num país que tem uma costa enorme e uma variedade de peixes nativos. Por trás de uma estratégia de marketing, encontramos piolho, antibióticos, cor artificial e diversos problemas ambientais, sociais e trabalhistas.

Os últimos dias do chocolate

Os últimos dias do chocolate

Quando o cacau virou produto, famílias do Sul da Bahia fizeram fortuna. Indígenas e agricultores sofreram desgraça. Até que uma praga chegou, e varreu tudo. Das ruínas surgiram assentamentos e florestas. E novas ideias sobre como respeitar o cacau para produzir um chocolate de alta qualidade. Enquanto isso, de diferentes partes vem o alerta: o chocolate está com os dias contados.

Miojo, o mestre dos disfarces

Miojo, o mestre dos disfarces

O Miojo fica pronto em três minutos, mas o marketing do produto é uma construção de seis décadas. Nossa equipe vasculha artigos, documentos, peças publicitárias e vídeos para entender como o Miojo conseguiu se vender como tudo aquilo que não é: diverso e barato. A aposta em um diálogo cirúrgico com públicos-alvo bem selecionados fez do Brasil um dos maiores consumidores per capita de macarrão instantâneo, e agora a Nissin dá passos firmes para tentar inscrever o Miojo na nossa cultura alimentar.

Vem aí a quinta temporada

Vem aí a quinta temporada

Dessa vez a gente se perguntou o que acontece quando um alimento se torna produto? Para achar essa resposta, a gente pegou a estrada, passou por 6 cidades e conversou com dezenas de pessoas. Foram mais de cem horas de trabalho para te contar, em seis episódios, os impactos humanos e ambientais, as consequências nas comunidades tradicionais, nas culturas alimentares e, claro, na nossa saúde.